Algumas coisas simplesmente não podem parar de funcionar. Computadores, lâmpadas, ventoinhas, aquecedores, frigoríficos, fogões e tudo aquilo que está entre nós e o período Medieval. Tenho o hábito horrível de não saber consertar nada, não pesquisar acerca dos produtos para ver se são resistentes e – wait for it – partir tudo apenas por respirar perto das coisas. 

Durante meses, juntei dinheiro para poder ter um telemóvel e agora rezo todas as noites para que este aparelhinho não me falhe. Já vou no oitavo par de fones de ouvido deste ano. Um dos lados começa a ter ruído, e logo só consigo ouvir a música se deixar o fio numa determinada posição. Andar de autocarro fica um bocado mais difícil, mas tudo em nome da modernidade. 

Quando o serviço da NOS falhou, suspeitei imediatamente de que fosse culpa de algo muito cruel dentro do meu telemóvel. Um fio, chip ou circuito qualquer sobre o qual não entendo nada e que, por diversão, tivesse decidido parar de funcionar. A mensagem que a companhia enviou a explicar o que é que se passava aliviou-me imenso: não percebo nada sobre antenas e satélites, mas ao menos não é suposto que eu saiba. 

Vê o artigo na íntegra em ESCS MAGAZINE.

Fonte da imagem em destaque: Consequence of Sound.

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