O verão tem alguma coisa mágica, com certeza, pois foi nele que realizei o meu sonho de visitar Londres e conhecer muitos dos pontos turísticos que antes vi nos filmes ou imaginei pelos livros. Ganhei os 6 dias sobre os quais falarei aqui como presente de formatura do ensino médio e entrada na nova fase, a faculdade. Se tem uma coisa que esta cidade, ou melhor, que os ingleses de forma geral fazem bem é apreciar o passado enquanto ingressam no futuro. Uma das coisas mais marcantes sobre Londres que veremos é, portanto, a harmonia entre os prédios e instituições seculares com os novíssimos arranha-céus e tecnologia. Deixo-vos com o que fiz no primeiro dia, incluindo: Houses of Parliament, London Eye, St. James Park e Buckingham Palace. 

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Foto por Michelle Coelho

Chegamos mais/menos 9:30 num vôo de Lisboa. Como não despachamos malas, toda a parte de sair do aeroporto foi muito mais rápida. Nele mesmo compramos um cartão chamado Oyster, que funciona basicamente da seguinte maneira: pagas 5 libras pelo cartão e mais um determinado valor pela quantidade de dias que vais usá-lo. Coloquei 50 libras no meu para usar por 6-7 dias. A melhor parte é que podes usar quantas vezes quiser por dia, tanto em metrô, quanto ônibus e trem. 

Caso não consiga entender muito bem como funciona, tem muitos funcionários na estação prontos para ajudar-te. No caso, eles auxiliaram-nos na hora da compra nas máquinas e também quando devolvemos o cartão. No último dia, ao chegar no aeroporto, podes – e deves – marcar na máquina que parou de utilizar, e recebes de volta suas 5 libras que pagaste por ele. Eles te deixam ficar com o cartão, que eu uso como marca página agora  

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Fotos por Michelle Coelho

Daí fomos para a estação Canary Warth, do outro lado da cidade, pois é onde nosso hotel ficava. Com todo o trajeto mais a parte de comprar cartão, chegamos lá 11 horas. Demos uma volta pelo centro comercial Canada Place, que atende muitos dos escritórios ao redor, sendo Poplar uma região muito corporativa. Almoçamos mesmo lá, no Nando’s, um restaurante afro-português (que não tem em Portugal) e é muito popular entre os britânicos. 

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Fotos por Michelle Coelho

Por volta das 13:30, deixamos nossas malas no hotel e partimos para Westminster, estação onde deves descer para ver Houses of Parliament, Big Ben e London Eye, sobretudo. Como vocês talvez saibam, esses dois primeiros estão em reforma, então não conseguimos ver exatamente o cartão postal da cidade. Mas não se chateiem caso durante a vossa viagem os andaimes ainda estejam lá. A vibração do local é igualmente apaixonante, sobretudo porque estarás rodeado por vários outros turistas com a mesma expressão de “então é aqui que tudo acontece!”. 

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Fotos por Michelle Coelho

E é mesmo: a London Eye, localizada do outro do rio, te dá uma vista completa de Londres. O preço e a fila foram, entretanto, muito para mim. A dica seria não ir em alta estação, pois tudo estará lotado e caro. A verdade é que Londres sempre será salgada na cobrança e cheia de visitantes, mas há sim uma ou outra época não tão movimentada. Ao longo deste pier, tens uma praça com vários atrativos, como food trucks, carrosséis e outros brinquedos. Ainda voltamos lá mais uma vez nesta viagem. 

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Fotos por Michelle Coelho

Depois, passando pela Westminster Bridge, tens como tirar ótimas fotos do Tâmisa e os pontos turísticos em ambos os lados do rio. A Houses of Parliament foi mais fotogênica do seu outro lado, o que é a sua entrada propriamente dita. A sua frente dá para uma praça com estátuas homenageando, entre outras grandes figuras da história britânica, Winston Churchill, bem como podes ver a Abadia de Westminster, igreja protestante onde ocorrem as coroações. 

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Fotos por Michelle Coelho. Abadia de Westminster 

St. James Park, parque real que fica ao pé do Buckingham Palace, é uma pequena caminhada de tal praça. Podias ir até tal palácio diretamente de metrô, mas vale muito mais a pena caminhar por este belíssimo parque que é um verdadeiro conto de fadas dentro de tamanha cidade. Se não estiver com muita energia para explorá-lo, vá pelo comprimento até chegar na rotunda com os grandes portões e o Victoria Memorial

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Foto por Michelle Coelho
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Ali, nesta movimentada rua, tens a residência da família real, o Palácio de Buckingham. Podes ver a Guarda Real, com seus icônicos uniformes vermelhos. Uma dica é ir por volta das 10 horas e esperar pela troca das Guardas, que acontecem às 11 e concentram uma grande plateia para ver a cerimônia. 

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Foto por Michelle Coelho

Do outro lado do Palácio, há o Green Park. Não cheguei a desbravá-lo mas, pela quantidade de pessoas deitadas e se espreguiçando no gramado, creio que seja um dos melhores spots para descansar e descontrair perto da realeza. 

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Foto por Michelle Coelho

Nós decidimos voltar para o hotel por volta das 16 horas. O que eu recomendaria é ou pegar transportes públicos mais cedo ou mais tarde, pois a hora do rush dos ingleses é mesmo a que escolhemos. Portanto aproveite bem cada pedacinho do passeio, sem correr ou fazer meias-visitas. Os parques aqui mencionados são locais garantidos para passar a hora até os metrôs esvaziarem.

Podes ir à um dos muitos mercados express que há nesta região (e por toda Londres) e fazer um mini pique-nique com seus combos de 3 itens por 5 libras. Geralmente escolhíamos um suco, um sanduíche e um doce, mas há uma variedade de frutas, iogurtes e outras coisas para escolher. 

Mais uma vez lanchamos no shopping perto do nosso hotel, o Canada Place, e assim terminamos o dia. Compartilhei aqui convosco, para além das visitas em si, algumas dicas. Logo neste primeiro dia de viagem aprendi muita coisa que pode facilitar a sua vida e fazer-te chegar melhor preparado. Deixarei, portanto, mais recomendações num post a parte. Dêem uma passada lá! E não se esqueçam de ver o próximo capítulo da viagem, com a National Gallery e vários museus. 

E aí? O que achou? Deixe sugestões nos comentários  

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